Experiências I - inquietação por movimento.
No rio da vida, nós deparamos, muitas vezes, com algumas escolhas. Escolhas opostas: partindo daquelas que, nós, seres não aquáticos, nos arriscamos em uma travessia ou condução perigosa em ambiente hostil e mortal, até as quais basicamente nos deixam imóveis.
Como, a inquietação por movimento é algo extremamente usual na vida de qualquer ser humano. Optamos por seguir em frente.
Na margem, nosso porto seguro, temos a plena convicção de que é possível chegar ao outro lado de forma contemplativa. Olhamos, admiramos, calculamos e planejamos... e as vezes - quase sempre - cometemos o erro de fantasiar.
Julgamos que o ponto de chegada é o mais interessante, e que o caminho está previamente pensado pelo nosso próprio organismo, quando na verdade, as variáveis são tantas que sem perceber não damos a dimensão real da força daquelas águas.
Em condições como essas (porém, menos fatais) é que aprendemos com os erros, quando possível, e também ganhamos algo que não esperávamos.
O ponto de chegada, se configura em um sonho de consumo, que quando conquistado, se percebe que existem mais uma floresta e montanhas para serem encaradas...
Ah? Mas então nunca chego ao meu objetivo final? Não encontramos o propósito no fim da jornada? Não! Na realidade a nossa própria jornada de bote, a nado, a salto, é que é o nosso real propósito por aqui.
É o que nós escolhemos para não passar pelo tempo, e sim pra apreciar o tempo. Conquistando mais do que só sonhos, e sim experiências.
É meio clichê, mas é deixar de procurar a resposta na vida, e encarar a vida como uma resposta!
Como, a inquietação por movimento é algo extremamente usual na vida de qualquer ser humano. Optamos por seguir em frente.
Na margem, nosso porto seguro, temos a plena convicção de que é possível chegar ao outro lado de forma contemplativa. Olhamos, admiramos, calculamos e planejamos... e as vezes - quase sempre - cometemos o erro de fantasiar.
Julgamos que o ponto de chegada é o mais interessante, e que o caminho está previamente pensado pelo nosso próprio organismo, quando na verdade, as variáveis são tantas que sem perceber não damos a dimensão real da força daquelas águas.
Em condições como essas (porém, menos fatais) é que aprendemos com os erros, quando possível, e também ganhamos algo que não esperávamos.
O ponto de chegada, se configura em um sonho de consumo, que quando conquistado, se percebe que existem mais uma floresta e montanhas para serem encaradas...
Ah? Mas então nunca chego ao meu objetivo final? Não encontramos o propósito no fim da jornada? Não! Na realidade a nossa própria jornada de bote, a nado, a salto, é que é o nosso real propósito por aqui.
É o que nós escolhemos para não passar pelo tempo, e sim pra apreciar o tempo. Conquistando mais do que só sonhos, e sim experiências.
É meio clichê, mas é deixar de procurar a resposta na vida, e encarar a vida como uma resposta!
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